terça-feira, 22 de janeiro de 2013

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15
2012

POR: GLEICOU BRUNO ÀS 02:11
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EDUCAÇÃO EMANCIPATÓRIA



PEDAGOGIA CRÍTICA COMO EDUCAÇÃO EMANCIPATÓRIA E TRANSFORMADORA NAS ESCOLA PÚBLICA


Cleide Alves Cardoso – UEFS

                                   


Resumo:  A escola deve funcionar como um instrumento não  para manter a ideologia do estado, mas para ser um espaço dialético, um espaço para transformação social. Porém cabe aos profissionais comprometidos com seus alunos e suas práticas, estar sistematicamente problematizando a educação e a função desta, nessa sociedade e em outra que possa ser mais justa e mais fraterna.
Neste trabalho, o objetivo principal é buscar na Teoria Crítica elementos e categorias que possam dar suporte às práticas pedagógicas justificadas como emancipatórias e transformadoras. Para tanto é feito um breve relato das atribuições  da escola dentro de sociedade desigual e conservadora. Em seguida, a partir de um breve histórico situa a escola como um espaço dialético de transformação social. Traz também reflexões acerca da importância de tais estudos para mudança no processo de ensino – aprendizagem referente a pratica homogênea que muitos dos envolvidos concebem o espaço de sala de aula. Para tal, a sugestão é que a educação precisa mudar acabar com os paradigmas, criar novos valores, conservar o que possui de bom, reinventar novos caminhos, criar possibilidades para uma educação como um instrumento de transformação social e oportunizar ao educando uma educação que o insira na sociedade.     

Palavras-chave: Escola Pública. Educação. Transformação.






Introdução
    
  Ao longo da sociedade a educação sempre existiu e foi usada como meio para preservar a memória de um povo. No início da história a educação era informal com decorrer do tempo ela passa ser sistematizada, porém destinada a elite, ao homem da classe menos favorecida resta apenas o trabalho braçal.
       Durante muito tempo o estudante pobre aprendeu que ele só precisava aprender a ler e escrever. A dicotomia educacional e social leva muitos acreditarem que fracassam na sua vida acadêmica por acharem que não têm competência. Aranha conclui que muitos fracassam na educação justamente por causa dessa divisão.
Muitos não têm sucesso na escola não por serem ignorantes ou incompetentes, mas por tornarem-se incompetentes graças à divisão social, responsável pela distribuição desigual dos bens de que a sociedade dispõe, inclusive a educação. (ARANHA, 1996, p.16).
      

        É por meio da educação que o homem constrói sua história e por isso, ela não pode ser neutra ela deve está inserida em um contexto social. Segundo Perrenoud (2001) todo educador precisa enfrentar a desigualdade, a heterogeneidade na escola para por em prática sua praxe pedagógica.  O choque cultural é muito grande e na educação é evidenciada quando se oferece uma educação de qualidade para aqueles que cresceram entre os livros que tiveram a oportunidade de se destacarem intelectualmente já os que não foram oportunizados têm uma educação passiva e dominante. “Não podemos subestimar o choque cotidiano das culturas. Ele influência o fracasso escolar.” (PERRNOUD, 2001, p. 57).
      Os professores ajudam a manter a distância quando olha para o aluno que aparenta maior capacidade intelectual. A escola passa ser elitista quando classifica o aluno que deve ou não aprender o aluno que terá uma educação de maior qualidade.
       Estudos demonstram que a educação sempre esteve em crise e enfrenta desafios. Embora medidas sejam tomadas ainda não criaram um programa eficaz que resolvessem os problemas da educação.

Apesar da efetiva extensão dos programas de atendimento, as medidas tomadas pelos governos ainda são insuficientes, principalmente nos países em desenvolvimento. Uma abundante legislação procura sanar as deficiências, mas nem sempre de forma eficaz. (ARANHA, 1996, p.163).
       A educação precisa mudar, acabar com os paradigmas, criar novos valores, conservar o que possui de bom, reinventar novos caminhos e oportunizar ao educando a uma educação que o insira na sociedade.     
        
2. PROBLEMAS
 Quais os principais impedimentos para a implantação dos princípios da pedagogia crítica na educação básica das escolas públicas de Feira de Santana?

3. JUSTIFICATIVA
      Partindo do pressuposto de que a pedagogia crítica busca uma educação igualitária, ela passa a ser relevante no momento em que se quer descobrir o que impedem os professores de atuarem como educadores críticos e oportunizarem aos alunos uma educação mais significativa, reflexiva e igualitária. Compreendendo que é necessário ao sujeito adquirir uma postura crítica, analítica do conhecimento e consciente do seu papel na sociedade, é preciso buscar elementos que possibilitem a compreensão dos benefícios dessa pedagogia na sala de aula a fim de propor modos de efetivá-la.
       Justificamos ainda o estudo da pedagogia crítica quando perguntarmos que tipo de homem queremos como produto da ação educativa e como é a sociedade que interage com esse homem que se pretende formar?  Queremos um homem passivo, objeto da educação, ou um homem desenvolvido, consciente dos seus atos, munido de capacidade para refletir sobre o mundo e de atuar de maneira eficiente, transformando sua realidade?
       Em relação à sociedade, a escola deve considerar seu papel importante na hora de educar, na transformação social desse indivíduo que deve ser visto como sujeito da educação. É preciso contemplar uma sociedade que supere o modelo de educação vigente, que leve em conta a individualidade e permita o desenvolvimento do educando como sujeito. Por isso escolhemos a cidade de Feira de Santana para realizar a pesquisa e a escola Perpétuo Socorro por está inserido nesse contexto histórico-político e social e por muitas escolas não oportunizarem a aprendizagem aos seus alunos. A 4ª série está inserida nessa pesquisa por finalizar o ensino fundamental e passando para uma nova etapa da educação básica.
    
4. HIPÓTESE
        Os principais impedimentos para a aplicação da pedagogia crítica na educação básica das escolas públicas de Feira de Santana inserem-se na conjuntura do desinteresse capitalista pela educação emancipadora e incluem a falta de preparo e compromisso por parte dos educadores, a indiferença e o preconceito social bem como a falta de políticas de incentivos.

5. OBJETIVOS

5.1 OBJETIVO GERAL

        Conhecer os principais impedimentos à atuação da pedagogia crítica no ensino fundamental público e propor maneiras de superá-los.
    
5.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

5.2.1 Investigar a influência da pedagogia crítica na sala de aula e suas implicações para o sistema educacional.
                  
5.2.2 Propor uma maneira efetiva de implantar a pedagogia crítica na escola Municipal Nossa Senhora Perpétuo Socorro em Feira de Santana.

6. METODOLOGIA

6.1 TIPO DE PESQUISA

       A abordagem será qualitativa descritiva e de campo pela necessidade de um contato mais direto com o ambiente a ser estudado.
      Este presente projeto será submetido à aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa da FAB. Todos os membros da pesquisa deverão assinar antes das entrevistas um termo de Consentimento Livre e Esclarecimento com autorização para utilização sigilosa das informações obtidas.

6.2 AMOSTRA

        O universo da pesquisa será com alunos da 4ª série com faixa etária entre 11 e 14 anos da escola Municipal de Feira de Santana,  a professora regente e ainda com a professora Graduada em Letra que fará parte do estudo de caso.

6.3 LOCAL DA PESQUISA

       A pesquisa será realizada na Escola Municipal Nossa Senhora Perpétuo Socorro, localizada no Parque Tamadari, Tomba. Feira de Santana, Bahia. A opção pela escola é porque ela está inserida e um contexto social, por ser uma escola pública e pela carência de um ensino mais significativo.  A cidade de Feira foi escolhida pela disponibilidade do pesquisador e não onerar nenhum custo extra a pesquisa e ainda pelo contexto político e social.

6.4 DESCRIÇÃO DO PROCEDIENTO


6.4.1 Coleta de Dados

       A pesquisa consiste na coleta de dados, a partir da observação e questionário aplicados alunos e professora, analisando as dificuldades que os discentes têm para aprender e o docente para ensinar. Ainda haverá uma entrevista para o estudo de caso.

6.5.2 Análise de Dados

       Todas as informações coletadas serão avaliadas e reavaliadas de forma clara e coerente e apresentadas em forma de relatório.
6.6 CRITÉRIOS DE INCLUSÃO

       Por fazer parte da educação básica e de ser um grupo que está ingressando no ensino fundamental II devido ainda pelas pesquisas feita pela Unesco(Organização das Nações Unidas para educação, Ciências e Cultura) onde as amostragens revelam que os alunos da 4ª série não consegue aprender. A turma em particular foi escolhida pela dificuldade de aprendizagem.

6.7 CRITÉRIOS DE EXCLUSÃO

      Não houve exclusão para realização da pesquisa.

7. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

        A pedagogia crítica teve seu início antes da Segunda Guerra Mundial no Instituto para Pesquisa Social da Alemanha. Durante a guerra, vários membros do Instituto partiram para os Estados Unidos por causa da perseguição nazista, por serem esquerdistas e judeus. Embora seja parte de uma tradição que inclui pensadores europeus e americanos, deve-se atribuir importância especial para John Dewey.
        Chamada de radical ou revolucionária, a pedagogia crítica foi conceituada por alguns autores, entre eles Peter Mclaren, que a define como “a nova sociologia da educação” ou “uma teoria crítica da educação” (MCLAREN, 1997, p. 191), Simon (1987, apud MCLAREN, 1997, p.193), afirma que a pedagogia crítica refere-se à integração, na prática, de certos planos e conteúdos do currículo, técnicas e estratégias de sala de aula, e avaliação, propósito e métodos.” FREIRE (1987, p. 71),  a define como educação transformadora.
       A pedagogia crítica não é fundamentada em uma única idéia, mas os autores que apóiam suas teorias estão unidos no objetivo de prover oportunidade àqueles que vivem em uma sociedade desigual e fornecer ao cidadão o direto de agir sobre a sociedade existente. Segundo Mclaren (1997, p. 192), ela é fundamentada na teoria de que a escola tem o poder, o dever de possibilitar ao indivíduo uma transformação pessoal e social. Não é que o sujeito não possa se habilitar tecnicamente, mas que essa habilitação não se sobreponha a seu papel transformador social.
       Deve-se “preparar o estudante para ingressar na sociedade com as habilidades que lhe permitam refletir criticamente e intervir no mundo a fim de mudá-lo” (GIROUX, 1999, p. 67). A pedagogia crítica é embasada na teoria de que a escola tem o poder de capacitar o cidadão para transformar, criar. Para isso, deve ser fomentado no aluno o desejo pela pesquisa, o querer conhecer e, assim, permitir que ele expresse seus conhecimentos e sua criatividade.
     Ela não espera ser vista como algo supremo, conhecedora de todos os saberes, mas sim, com uma pedagogia que fornece possibilidades de superar as desigualdades sociais existentes. Não é fácil aplicá-la, mas ela é acessível a qualquer um que deseja ser um agente transformador que cria possibilidades de conhecimento.
     A pedagogia crítica surgiu no Brasil no final dos anos 70 como reação às pedagogias existentes na época. Sua principal referência, no Brasil, continua sendo Paulo Freire. Ele influenciou a educação de muitos países do “terceiro mundo” suas teorias pedagógicas têm sido estudadas por muitos educadores e ainda são aplicáveis não só nos países em desenvolvimento como também em países desenvolvidos, pois ali também existem “oprimidos”.
     Na educação crítica de Freire há uma grande preocupação com a conformidade do povo, com a falta de identidade. É aí que entra o professor como um intelectual transformador. A educação precisa agir como conscientizadora para promover a superação da “cultura do silêncio.” Para Freire a única forma de superar a desigualdade cultural é com uma educação problematizadora.

Através da educação problematizadora, os homens desenvolvem sua capacidade de perceber criticamente os caminhos que existem, no mundo, através dos quais e nos quais eles se encontram a si mesmos; eles passam a ver o mundo não como uma realidade estática, mas como uma realidade em processo, em transformação (FREIRE, 1970, apud GADOTTI, 1996, p. 644).

     Uma educação problematizada será ativa e capacitará o educando para agir criticamente contra a postura desigual da sociedade, contra a ideologia da sociedade dominante.
    Freire (1970, apud GADOTTI, 1996, p. 644) ressalta que a educação transformadora tem por objetivo desenvolver no cidadão uma vontade de interferir na realidade existente. Para tanto, ele precisa ter um pensamento crítico, sendo o diálogo, de acordo com ele, a forma mais eficaz para que isso aconteça. Freire insiste em dizer que a educação se faz pelo diálogo e que o professor, através do diálogo, aprende com seu aluno (FREIRE; MACEDO, 1990, p. 14).



8. CRONOGRAMA


FEV
MAR
ABR
MAI
JUN
JUL
AGO
SET
OUT
NOV
Escolha do tema
 X









Levantamento bibliográfico
 X
 X








Formulação do problema

 X








Elaboração do projeto de pesquisa

 X
 X
 X
  X
 X
 X



Apresentação do projeto






 X
 X



Pesquisa de campo








 X

Elaboração da monografia







 X
 X
 X
 X
Apresentação









X



9. ORÇAMENTO
ORÇAMENTO
(Custos e pagamentos)
Não existirão encargos as partes que participarão da pesquisa, a não ser por parte do observador que terá um custo adicional mínimo para realizar o trabalho.

DESCRIÇÃO
TIPO

QUANTIDADE


PREÇO
UNITÁRIO

TOTAL


Papel A4
Pacote


02 pacotes

R$ 12,00

 R$ 24,00

Fita para gravador
Pacote
   01 pacote
R$ 20,00
 R$ 20,00
Cópia

Unidade
100
R$ 0,10
R$ 10,00
Cartucho preto
Unidade
01
R$ 30,00
R$ 30,00
Total



R$ 84,00


10. REFERÊNCIAS

HAMZE, Amélia. Professor Pedagogo. Disponível em: <http://www.ads.brescola.com.br/adclick.php?n=afc3c6e8>. Acesso em: 15 jul. 2007.

ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. História da Educação. 2.ed. ver. e atual. São Paulo: Moderna,1996.

FREIRE, Paulo; MACEDO, Donaldo. Alfabetização: leitura do mundo, leitura da
palavra. 3. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990.

GADOTTI, Moacir. Paulo Freire: uma bibliografia. São Paulo: Cortez. Brasília, 1996.

GIROUX, Henry A. Os professores como intelectuais: rumo a uma pedagogia
da aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médica, 1999.

MACEDO, Donaldo. Alfabetização, linguagem e ideologia: Educação e  
Sociedade. Campinas. Dez. 2000, v. 21, n. 73, p.89-99.

McLAREN, Peter. A vida nas escolas: uma introdução à pedagogia crítica nos fundamentos da educação. Tradução: Lucia Pellanda Zimmer. 2. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.

McLAREN, Peter. Multiculturalismo crítico. Tradução: Bebel Orofino Schaefer. 3                
ed. São Paulo: Cortez,  2000. v. 3

PERRENOUD, Philippe. A pedagogia na escola das diferenças: fragmentos de uma sociologia do fracasso. Tradução: Cláudia Schilling. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2001.