domingo, 29 de março de 2015

Aprenda idiomas online

Aprenda um idioma online na Babbel.com com os nossos cursos de idiomas inteiramente interativos e vencedores de prêmios internacionais. Seu progresso será rápido e você irá se divertir aprendendo.

Matthew Youlden fala nove idiomas fluentemente e entende, pelo menos, mais de doze. Nós trabalhamos no mesmo escritório em Berlim, assim, frequentemente, eu o vejo em ação utilizando suas ferramentas, trocando de idioma como um camaleão muda de cor. Na verdade, por um bom tempo, eu sequer sabia que ele era britânico.
Quando eu contei ao Matthew a batalha que foi para eu aprender um segundo idioma, ele me deu os seguintes conselhos. Dessa forma, se você acreditar que você nunca poderá ser bilíngue, preste bem atenção nas próximas linhas!

1. SAIBA O PORQUÊ VOCÊ ESTÁ FAZENDO ISSO

Isso parece óbvio mas se você não tiver uma boa razão para aprender um idioma, haverá menos probalidade de você se manter motivado durante a longa caminhada. Querer impressionar falantes do inglês com o seu francês não é uma boa razão: já, querer conhecer um francês ou uma francesa no seu próprio idioma, é algo completamente diferente. Não interessa o seu motivo, uma vez que você decidiu aprender um idioma, é fundamental se manter firme em sua decisão: “Tudo bem, eu quero aprender esse idioma e, por isso, vou fazer tudo o que puder neste idioma, com este idioma e por esse idioma.”

2. MERGULHE DE CABEÇA

Então, você fez a promessa. E agora, como fica? Como continuar? Há uma maneira certa, um caminho apropriado para aprender? Matthew recomenda a abordagem máxima de 360°: não importa quais ferramentas você usar, é fundamental praticar seu novo idioma todos os dias. “Eu tenho uma tendência de querer absorver o máximo possível no início. Assim, se eu estou aprendendo algo eu mergulho no aprendizado e tento usar o que estou aprendendo sempre que posso e todos os dias. Conforme os dias passam, eu tento pensar, escrever e falar comigo mesmo neste idioma. Para mim é preciso colocar em prática aquilo que você está aprendendo - seja escrevendo um e-mail, falando sozinho, ouvindo música, ouvindo rádio. Envolver-se, mergulhar na nova cultura é extremamente importante.” Lembre-se, a melhor forma de falar um idioma é fazer com que as pessoas falem com você. Ser capaz de ter uma simples conversa com alguém é uma enorme recompensa para si mesmo. Atingir metas como essas no início, tornará mais fácil a tarefa de manter-se motivado e continuar praticando: “Eu sempre tenho em mente que o melhor caminho é adaptar o próprio jeito de pensar ao jeito de pensar daquele idioma. Obviamente, o falante do espanhol ou o falante do hebraíco ou o falante do holandês não possue somente uma forma única de pensar, mas a ideia é utilizar o idioma para criar o seu próprio mundo linguístico.”
Paolla Oliveira em 'Felizes para Sempre?'

Sniper Americano e o (ainda) insuperável “mito do herói”


Por 
É publicitário (CEULP/ULBRA), pós-graduado em Educação (Docência Universitária), Comunicação e Novas Tecnologias (Unitins), editor do jornal e site O GIRASSOL, graduando em Filosofia (UCB-DF), colaborador do (En)Cena e do Portal Educação.

Com seis indicações ao OSCAR:
Melhor Filme, Melhor Ator (Bradley Cooper), Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Edição, Melhor Mixagem de Som e Melhor Edição de Som.


“Tal como a fumaça em elevação de uma oferenda, que atravessa a porta do sol, assim vai o herói, libertado do ego, pelas paredes do mundo... e segue adiante”.
Joseph Campbell


Com previsão de estreia no Brasil neste dia 19/02, Sniper¹ Americano é um sucesso de bilheteria e de crítica nos Estados Unidos, sobretudo depois de receber seis indicações ao Oscar 2015, incluindo três das principais categorias: Melhor Filme, Melhor Ator, Melhor Roteiro Adaptado (além de Melhor Edição, Melhor Edição de Som e Melhor Mixagem de Som). Há críticos, no entanto, que apontam erros grosseiros na obra – de continuidade, por exemplo – e não veem sentido na projeção que o longa tomou... Creditam o sucesso à tendência americana – por vezes ufanista – de destacar filmes que souberam sintetizar um ideal de vida festejado/almejado pelos yankees.


Sniper Americano é baseado numa história real, cujo roteiro é uma adaptação do Best Seller “American Sniper: The Autobiography of the Most Lethal Sniper in U.S. Military History”, sobre a vida do franco-atirador Chris Kyle, interpretado no filme por Bradley Cooper, que precisou “aumentar” 18 kg para se assemelhar com as características físicas da personagem.

Alan Turing, o pai da computação

Por: Paula Renata Fontoura

Você já ouviu falar em Alan Turing? Aposto que não. Mas se você está, neste momento, lendo este texto no computador, deve agradecer a esse matemático inglês que viveu entre as décadas de 1910 e 1950. Considerado o pai da computação, Turing foi um dos primeiros a pensar na possibilidade de uma maquina se tornar inteligente e criou um modelo teórico para um computador universal. Vale lembrar que naquela época ninguém fazia ideia do que era isso. Dá pra imaginar?
Réplica da bombe*
Réplica da bombe*
Sua trajetória de sucesso começou durante a II Guerra Mundial, quando trabalhou para a inteligência britânica num centro especializado em quebra de códigos. O matemático desenvolveu um sistema chamado “bombe”, para traduzir os textos secretos dos alemães, gerados por máquinas de criptografia chamadas de “Enigma”. A bombetraduzia comunicações codificadas pela Enigma, transformando-as em uma mensagem verdadeira e compreensível.
Porém, seu grande feito foi a criação da Máquina de Turing. Uma invenção automática capaz de manipular símbolos em uma fita de acordo com uma série de regras para guardar informação, exatamente como os computadores fazem hoje em dia. Turing desenvolveu conceitos de algoritmo – uma receita que mostra passo a passo os procedimentos necessários para a resolução de uma tarefa – e computação. Também “escreveu” o primeiro programa de xadrez para computador. Mesmo com todas essas invenções, ainda sobrava tempo para se dedicar à química, à física e à biologia.

sexta-feira, 6 de março de 2015

Fatos que poucos sabem sobre Che Guevara, a Besta Sanguinária !


checanalha10Não que ele tenha se distanciado da carnificina. Na realidade, ele se deliciava tanto com o processo que uma janela especial foi construída em seu escritório, permitindo que ele visse e se regozijasse com a orgia sangrenta no campo logo abaixo de sua janela. Em um famoso discurso em 1961, Che denunciou o "espírito de rebeldia" como sendo algo "repreensível". "A juventude deve abster-se de questionar de modo ingrato as ordens governamentais", ordenou Guevara. "Em vez disso, ela deve se dedicar completamente aos estudos (marxistas), ao trabalho (para o governo) e ao serviço militar (para matar os desobedientes)".
E ai daqueles jovens "que ficarem acordados até tarde da noite e chegarem atrasados para o trabalho (forçado pelo governo)". Os jovens, escreveu Guevara, "devem aprender a pensar e a agir como uma massa única". "Aqueles que escolherem o próprio caminho" (como deixar o cabelo crescer e ouvir música imperialista ianque) serão denunciados como "dejetos" e "delinquentes". Em seu famoso discurso, Che Guevara até mesmo jurou "fazer com que o individualismo desapareça de Cuba! É criminoso pensar como indivíduos!"
Dezenas de milhares de jovens cubanos aprenderam que as ameaças de Che Guevara eram mais do que mera linguagem bombástica. Centenas de soviéticos da KGB e "consultores" da STASI da Alemanha Oriental, que inundaram Cuba no início da década de 1960, encontraram em Guevara um acólito extremamente zeloso. Já em meados dos anos 60, o crime de se parecer com um "roqueiro" ou ter um comportamento efeminado fez com que a polícia secreta cubana retirasse das ruas e parques de Cuba milhares de jovens e os jogassem em campos de concentração que tinham os dizeres "O Trabalho Fará de Você um Homem" em seu portão principal, bem como homens com metralhadoras localizados estrategicamente em torres de observação. As iniciais desses campos eram UMAP, mas eles em nada diferiam de um GULAG.
Cuba antes da revolução
O mito popular é que Cuba era um país com uma economia desintegrada e que Fidel melhorou a vida dos cubanos. Será? Nos meses seguintes à revolução cubana, por exemplo, o economista tcheco Radoslav Selucky visitou Cuba e tomou um susto: "Pensávamos que Cuba fosse um país subdesenvolvido que tivesse apenas algumas refinarias de açúcar!", escreveu quando voltou a Praga. "Mas não! Quase 25% da força de trabalho de Cuba estava empregada na indústria, onde os salários eram iguais aos salários pagos nos EUA!"
Agora, eis as palavras do próprio Che Guevara em 1961, após retornar a Cuba, junto com seus subordinados, de uma longa viagem ao Leste Europeu: "Não podemos dizer que só vimos maravilhas naqueles países", admitiu Che. (Considerando-se a natural propensão do povo cubano para o sarcasmo, é provável que Che tenha dito isso em resposta às zombarias e risadas de seus subalternos, que possivelmente ridicularizaram as — para eles — patéticas condições socioeconômicas das principais capitais do Leste Europeu — as quais Cuba deveria emular!)

Imagens Históricas

Mão de um faminto

imahis mao faminto

Por Diego Vieira - A imagem registrada por Mike Wells em abril de 1980, mostra a mão de um faminto menino ugandense na mão de um missionário. Wells tirou a foto em Karamoja, um distrito de Uganda. Mais tarde, ele enviou a foto para publicação, mas esta permaneceu inédita, pois a editora, ao invés de publicá-la, enviou a foto para a competição internacional World Press Photo. E a fotografia ganhou o prêmio. Porém, Mike Wells ficou extremamente envergonhado por ter feito a fotografia de uma criança morrendo de fome. Ele mesmo não tinha intenção de inseri-la em uma competição, pois era contra vencer disputas como essas com imagens de famintos pobres.


Há 19 anos falecia Charles Bukowski

imahis bukovski

Por Diego Vieira - A imagem mostra uma das suas famosas leituras públicas em universidades.Henry Charles Bukowski Jr foi um poeta e romancista nascido na Alemanha. Sua obra despudorada, com descrições de porres e relacionamentos fugazes, fascinaram gerações. Um lar desestruturado e a humilhação de ter um rosto deformado levaram-no a fugir de casa. Foi quando descobriu duas coisas que tornaram a sua vida suportável: o álcool e os livros. Iniciou então uma vida errante, bebendo e escrevendo freneticamente.

A Noiva Cadáver de Carl Von Cosel

imahis noiva cadaverA Noiva Cadáver de Carl Von Cosel, por Eudes Bezerra - Arrebatado por uma paixão avassaladora, Carl procurou cuidar de sua amada até morrer, também. Carl conheceu seu amor, a bela Elena, quando trabalhava em um hospital dos EUA. Ela se encontrava fragilizada pela tuberculose que insistia em lhe sorver vida. Elena não resiste à doença e falece causando mudanças de hábito de Carl. Obcecado e sentindo-se frustrado por não conseguir salvar a vida do seu amor platônico, fez de tudo para conservar seu corpo – mantendo, inclusive, relações sexuais com sua “noiva” cadáver.
Carl Von Cosel nasceu em Dresden, na Alemanha. Era considerado um homem maduro, bem instruído e dono de títulos. Em 1927, aos 50 anos, decidido a começar nova vida, emigrou para os Estados Unidos indo residir na cidade de Key West, na Flórida. Rapidamente começou a trabalhar em um hospital da Marinha, onde se apaixonaria pela jovem Maria Elena de Hoyos. Carl acreditava que ela estaria “destinada” a casar consigo – em sonhos, ele viu o rosto da sua “prometida”.
Elena, de fato, tratava-se de uma bela e adorável jovem. Modelo cubana e filha de um comerciante de fumo, encontrava-se estabelecida na Flórida com sua família. Em 1930, Elena contraiu tuberculose. Seu pai, aproveitando-se da amizade com um médico do hospital da Marinha, subornou este e conseguiu que Elena fosse internada, valendo-se de vasto leque de exames médicos no melhor hospital do condado.
Sobre a primeira vez que a vira, Carl registrou: “[Elena] vestia um vestido colorido de primavera cuidadosamente passado. Ao redor de seu pescoço um colar de pérolas artificiais. Tinha pernas esbeltas, um cabelo negro liso e longo que balançava sobre seus suaves e bronzeados ombros. Ele [cabelo] evitou seus olhos, mas não seus seios que insistiam em pular nervosamente no decote por culpa da maldita tosse.”
A relação dos dois era meramente médico-paciente, contudo, Carl alimentava esperanças quanto a Elena. Procurou cuidar dela a todo custo, sendo seu ombro amigo enquanto sua vida se esvaia. “Era um homem afável e de trato fácil que surpreendia por sua inteligência e habilidades”.

Novelas brasileiras têm impacto sobre os comportamentos sociais

Será tudo uma simples coincidência? Pesquisas demonstram como novelas moldam a sociedade brasileira.Foram realizados dois estudos com base em 115 novelas exibidas às 19hs e às 20hs, pela Rede Globo, entre 1965 e 1999, sendo a primeira “Rosinha do Sobrado” e a última “Vila Madalena”. Os estudos: Novelas e fertilidade: evidências do Brasil (2008) e Televisão e divórcio: evidências de novelas brasileiras (2009), indicam que o índice de fertilidade diminuiu drasticamente de 1970 até 2000 em locais onde o sinal da emissora chegava sem problemas: “a taxa total de fecundidade foi de 6,3 em 1960, 5,8 em 1970, 4,4 em 1980, 2,9 em 1991 e 2,3 em 2000” uma queda de mais de 50% em 40 anos, sendo que esses números continuam caindo, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Esses números, como demonstra a pesquisa, convergem com a insistência dos autores em criar histórias nas quais as protagonistas são mulheres bem sucedidas, pois são independentes, podem trabalhar e, por isso, não querem ser mães, não se prendem a sua casa e ao “companheiro”. Esse tipo de personagem aparece constantemente nas novelas da rede globo.
Na recente novela das 18hs, “Lado a Lado”, o divórcio era um dos temas chaves da trama.
Desse modo, segundo o censo de 2010, “a taxa de fecundidade (número médio de filhos que teria uma mulher ao final do seu período fértil) caiu de 6,16 em 1940 para 1,90 em 2010, portanto, abaixo do nível de reposição, que é de 2,10 filhos por mulher.” Isso significa que, atualmente, e cada vez mais rápido, a quantidade de crianças que nasce não é suficiente para manter a população estável.
Além disso, nos lugares onde se captava o sinal da emissora, aumentava o número de divórcios. Menos filhos, mais separações: eis a ideia de família que se constrói a partir das novelas.
Em uma entrevista a Época, Alberto Chong, quando questionado sobre a influência das novelas em relação ao aumento do número de divórcios, respondeu: “Estima-se que as taxas aumentaram de 3,3 em cada cem casamentos em 1984 para 17,7 em 2002, mais do que em qualquer outro país latino-americano [...] Nosso estudo avança na hipótese de que os valores da televisão, mais precisamente das novelas, contribuíram de fato para esse aumento, principalmente a partir do momento em que no Brasil há um alcance desse tipo de programa como em nenhum outro país. A novela é, de longe, a maior atração da TV e é veiculada pela Rede Globo, que tem mantido um domínio quase absoluto do setor por cerca de três décadas. Percebemos que, quando a protagonista de uma novela era divorciada ou não era casada, a taxa de divórcio aumentava, em média, 0,1 ponto porcentual.”